
Síndrome do respirador bucal –
Malefícios e tratamentos para respirador bucal.

A Respiração Bucal, gera repercussões para o sistema respiratório, mastigatório, para o corpo como um todo, para o sistema nervoso. Quanto mais cedo o diagnóstico e tratamento, menores as alterações. Entenda toda a fisiopatologia desse tipo de respiração, que é patológica e suas consequências. Realizamos o tratamento com um aparelho intra-oral através do método HBTC-RFA, criado pelo professor Wilson Aragão, que é sucesso em vários países.
A respiração pela boca é considerada patológica. Nosso corpo foi feito para respirar pelo nariz, isso é o certo, o fisiológico. Quando respira pela boca, começa-se a desenvolver doenças respiratórias e sistêmicas também.
Pelo nariz, o ar chega com temperatura ideal (cerca de 36º), com pressão correta, é umidificado e tudo isso não acontece com a respiração bucal. O ar que entra pela boca, faz um ressecamento das vias aéreas, a respiração fica mais na região alta do pulmão, fazendo com que o diafragma não trabalhe corretamente e o oxigênio que chega no cérebro vem com qualidade bem inferior.
Esse mau hábito de respirar pela boca, pode gerar problemas desde cedo nas crianças, como inflamação nas amígdalas, aumento de volume das adenoides, hipertrofia dos cartuchos nasais, resultando em dificuldade respiratória pelo nariz, coriza ou secreção nasal excessiva, espirros frequentes, coceira nasal, dor de cabeça, especialmente ao redor da região frontal, ronco durante o sono, distúrbios do sono, problemas de concentração.
A criança respiradora bucal, costuma sempre ter crises alérgicas, gripes, resfriados, rinites, sinusites. A face fica alongada, o lábio superior curto, a boca entreaberta, com lábios sem se encostarem, olheiras profundas, olhos caídos e nariz pouco desenvolvido.

Outro problema comum é a mastigação, que fica alterada. O respirador bucal tende a mastigar apenas de um lado da boca, pois a mesma via de mastigar ele usa para repirar. Essa mastigação unilateral, ao longo do tempo, vai levar a deformidades e assimetrias na face e corpo, além de comprimir a ATM (Articulação Temporomandibular) do lado em que ele está mastigando. Isso vai pressionar a zona bilaminar, o nervo trigêmeo e futuramente o paciente pode desenvolver sintomas de DTM, disfunção temporomandibular, como dores na face, cefaleias, enxaquecas, dores no pescoço e alterações posturais.
Devemos corrigir esse problema o quanto antes. O tratamento pode ser feito pelo dentista. Para o tratamento, usamos um aparelho intraoral de uso contínuo por 6 meses Método HBTC-RFA ( Regulador de Finção Aragão) que ajuda a liberar as vias aéreas e manter a boca fechada durante o dia e noite. Além de realizarmos ajustes musculares e orientações posturais.
O início precoce é perfeito para evitar problemas e cirurgias de amígdalas e adenoide e alergias respiratórias.
Em 2 meses de tratamento, já conseguimos melhorar a respiração e diminuir consideravelmente as crises respiratórias. Além de, muitas vezes, a criança não mais precisar realizar a cirurgia de adenoide. O tratamento é previsto para ser realizado em 6 meses.
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